De acordo com o infectologista Keny Colares, o processo de recuperação deve continuar após a alta hospitalar. “A alta hospitalar pode significar apenas que ele não precisa mais de internação. Então ele vai passar a ter o isolamento domiciliar, como ocorre nos casos leves, até eliminar o vírus completamente”, explica.
Normalmente o paciente é orientado a permanecer isolado em um cômodo dentro de casa, sem manter contato com a família. Saindo deste cômodo apenas em caso de necessidade e usando máscara para proteger os demais moradores da residência. Mas nunca saindo de casa. Nestes casos, conforme o infectologista, o mais comum é que o vírus permaneça presente por 14 dias a partir do começo dos sintomas.
“Quando não mais houver sintomas, tiver pelo menos três dias sem febre ou sintomas respiratórios (como tosse), é possível dizer que ele esteja curado. É importante ressaltar que a tosse pode ficar com o paciente por uns dias, mas ela não pode ser forte, nem causar incômodos. E isso para casos leves e com acompanhamento médico”, completa.
No fim de semana, o Governo do Estado anunciou a ampliação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital, que passou de 30 para 59. A perspectiva é fechar abril com 130 leitos. A taxa de ocupação destas vagas está em 92%.
O encaminhamento dos pacientes do Hospital Leonardo da Vinci é feito por meio da Central de Regulação do Estado. Isso significa que se trata de um hospital de retaguarda das unidades de atendimento e não deve ser buscado de forma espontânea.
Via Cnews