Consta na denúncia que “o crime de feminicídio foi perpetrado por motivo torpe, porquanto motivado pelo sentimento de posse e pelo ciúme desmedido do Denunciado com relação à vítima, o qual não aceitava o fim do relacionamento, durante o qual a indigitada vítima foi submetida, conforme depoimentos testemunhais, a situações de humilhação, ameaças e violência”.
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No momento do crime, a praça estava lotada de fiéis que aguardavam os festejos da padroeira do município, Nossa Senhora da Penha. O ex-casal tinha um filho que presenciou a morte da mãe.
Conforme o relato de familiares, após a separação, a mulher foi ameaçada algumas vezes pelo ex-companheiro e registrou um boletim de ocorrência contra Élson Siebra. Entretanto, nenhuma medida protetiva foi solicitada para garantir a segurança da vítima.