quarta-feira, 3 de julho de 2019

Mercadorias de ambulantes são apreendidas na Praia do Futuro

Após apreensão, vendedores fizeram um protesto na frente de uma barraca

Clima tenso na Praia do Futuro, em Fortaleza. Ambulantes tiveram suas mercadorias apreendidas nesta quarta-feira (3), por fiscais da Agência de Fiscalização de Fortaleza (Agefis), acompanhados pela Polícia Militar. Após a ação, os vendedores fizeram um ato na frente de uma das barracas da região. 
De acordo com a Agefis, a operação teve finalidade de remover "ocupações irregulares na faixa de areia". A Agência informou que o trabalho não era uma tentativa de impedir o serviço dos vendedores, como denunciaram. "A operação não teve o objetivo de impedir o comércio realizado por ambulantes itinerantes e sim a ocupação do espaço por ambulantes que estavam se fixando no local, cercando um trecho da faixa de praia com estruturas de ferro, madeira, lona, dentre outros itens". 
Ainda segundo a pasta, o trecho da orla é de responsabilidade da Secretaria de Patrimônio da União (SPU). "Dessa forma, qualquer tipo de ocupação do espaço público na área para fins comerciais deve estar autorizada pelo SPU. A fiscalização neste trecho da Praia do Futuro é uma responsabilidade compartilhada da Agefis e da SPU para esses casos". 
Vendedores que atuam sem licença podem pagar multa de R$ 83,35 e apreensão da mercadoria. O material apreendido é devolvido mediante o pagamento do valor. O autuado pode recorrer em até dez dias. 
















De acordo com a Agefis, a operação teve finalidade de remover "ocupações irregulares na faixa de areia". A Agência informou que o trabalho não era uma tentativa de impedir o serviço dos vendedores, como denunciaram. "A operação não teve o objetivo de impedir o comércio realizado por ambulantes itinerantes e sim a ocupação do espaço por ambulantes que estavam se fixando no local, cercando um trecho da faixa de praia com estruturas de ferro, madeira, lona, dentre outros itens". 
Ainda segundo a pasta, o trecho da orla é de responsabilidade da Secretaria de Patrimônio da União (SPU). "Dessa forma, qualquer tipo de ocupação do espaço público na área para fins comerciais deve estar autorizada pelo SPU. A fiscalização neste trecho da Praia do Futuro é uma responsabilidade compartilhada da Agefis e da SPU para esses casos". 
Vendedores que atuam sem licença podem pagar multa de R$ 83,35 e apreensão da mercadoria. O material apreendido é devolvido mediante o pagamento do valor. O autuado pode recorrer em até dez dias

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