A sexta-feira (14) foi marcada por manifestações contra a reforma da Previdência em todo o país. Em Fortaleza, a organização estima que cerca de 100 mil pessoas foram às ruas para participar do movimento, que teve concentração na Praça da Bandeira, no Centro. Conforme a Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (Fetamce), 57 municípios aderiram à greve geral.
Os manifestantes fizeram caminhada pelas ruas do Centro carregando faixas e gritando palavras de ordem. Alguns cruzamentos ficaram temporariamente bloqueados, enquanto a passeata prosseguia. Agentes da Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC).
Os protestos atingiram setores como transporte, comércio, serviço público, bancos e outros. Também houve paralisação no Porto do Pecém. Pela manhã, os servidores de algumas categorias realizaram uma reunião no Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindfort), para tratar de pautas específicas. Após a reunião, os servidores seguiram para a concentração da Marcha dos Trabalhadores, na Praça da Bandeira. “Alegando um suposto rombo nas contas e com um falso discurso de combate a privilégios, Bolsonaro propõe a destruição da principal política pública de distribuição de renda e de assistência social do País, que funciona também como um dos motores principais da atividade econômica no Brasil”, pontua Nascelia Silva, presidente do Sindifort e dirigente da Intersindical-CE.
Já sobre os coletivos, o Sindiônibus afirma que o funcionamento é mantido. "O Sindiônibus e as empresas de transporte coletivo de Fortaleza e Região Metropolitana estão todas operando, assim como todos os sete terminais estão funcionando. As equipes de profissionais das empresas e do Sindiônibus, cientes do seus papéis, colocaram os ônibus em operação nas ruas da cidade. Asseguramos que alguns problemas pontuais estão sendo tratados pelas equipes do Sindiônibus que estão nas ruas para garantir a oferta do transporte aos cidadãos de Fortaleza".
via:cnews