segunda-feira, 23 de abril de 2018

Ciro Gomes é pré-candidato a presidente com mais ações na Justiça contra ele


  • Segundo levantamento feito pelo jornal Folha de S. Paulo em tribunais superiores, federais e estaduais, de 20 pré-candidatos a presidente pelo País, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) é o quem é alvo de mais ações na Justiça. São mais de 70 processos de indenização ou crimes contra a honra movidos por adversários políticos.
  • Um dos que se consideram injuriados é o presidente Michel Temer. O político cearense já o classificou como integrante do "lado quadrilha" do PMDB. Na ocasião, Ciro foi condenadoem primeira instância, mas recorreu.
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  • Além de Temer, o ex-governador do Estado foi processado por Jair Bolsonaro (PSL) - a quem chamou de "moralista de goela" -, José Serra (PSDB) que, segundo Ciro, é "candidato de grandes negócios e negociatas" e João Doria (PSDB), classificado como "farsante". O presidente do Senado, o cearense Eunício Oliveira (MDB), também processa Ciro Gomes por ter sido chamado de "pinotralha" que, nas palavras do político, é mistura de Pinóquio com Irmão Metralha. Por meio de sua assessoria, Ciro afirma que não teve o nome mencionado na Lava Jato nem em outra "qualquer roubalheira". Todos os processos, diz, estão ligados a opiniões e não a desvio moral. 
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  • Outros casos 
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  • Fernando Haddad, um dos nomes ventilados no Partido dos Trabalhadores em caso de o registro de candidatura de Lula ser indeferido, é alvo de investigação aberta por suposto caixa dois. A acusação contra o paulista decorre de delação do empresário Ricardo Pessoa, da empreiteira UTC.
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  • Outra alternativa petista, Jacques Wagner está na mira da Operação Cartão Vermelho, que investiga suspeita de propina na reforma da Arena Fonte Nova. Outros dois casos envolvendo o ex-ministro de Dilma foram enviados ao juiz Sérgio Moro.
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  • Jair Bolsonaro, um dos favoritos na disputa pelo Planalto na ausência de Lula, responde por ações penais no STF sob acusação de injúria e incitação ao estupro, bem como denúncia por racismo numa palestra em que criticou quilombolas. Neste caso, o carioca foi condenado em primeira instância a pagar indenização de R$ 50 mil. Bolsonaro recorreu.
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  • Geraldo Alckmin (PSDB) é investigado por corrupção passiva - quando o funcionário público é corromppido - com base em delações da Odebretch em 2017. fonte opovo 

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